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terça-feira, 13 de março de 2012

Como Intervalos de 1 Minuto Podem Melhorar Sua Saúde

Por Gretchen Reynolds

Breves rajadas de exercício podem melhorar sua saúde? 

Tradução não-oficial : Leandro Loan 

Enquanto muitos de nós querem saber o quanto de exercício realmente precisamos para ganhar saúde e aptidão física, um grupo de cientistas do Canadá está virando tudo ao avesso e perguntando: o quão pouco de exercício precisamos? A atraente e emergente resposta parece ser, muito menos do que pensamos — desde que se esteja disposto a trabalhar um pouco.

Em prova dessa idéia, pesquisadores da Universidade McMaster em Hamilton, Ontario, recentemente coletaram vários grupos de voluntários. Um consistia de sedentários mas geralmente homens e mulheres saudáveis de meia idade. Outro era composto de pacientes mais velhos e de meia idade que haviam sido diagnosticados com doença cardiovascular. Os pesquisadores testaram a frequência cardíaca máxima e o pico de potência de cada voluntário em uma bicicleta estacionária. Em ambos os grupos, os picos não foram, francamente, tão altos; todos os voluntários estavam fora de forma e, no caso dos pacientes cardíacos, indispostos. Mas eles corajosamente concordaram em realizar um programa recém-concebido de intervalos cíclicos.

A maioria de nós já escutou sobre intervalos, ou sobre rajadas de atividade extenuante, repetidas, curtas e afiadas, intercaladas entre períodos de descanso. Quase todos os atletas competidores empregam uma ou duas sessões de treinamento intervalar a cada semana para melhorar sua velocidade e resistência. Mas os pesquisadores canadenses não estavam pedindo que seus voluntários borrifassem algumas poucas sessões de intervalos em suas rotinas de exercício. Ao invés disso, pediram que os grupos exercitassem apenas com intervalos.

Por anos, a Associação Americana do Coração (American Heart Association) e outras organizações têm recomendado que as pessoas completem 30 minutos ou mais de exercícios moderados contínuos, tais como caminhada rápida, cinco vezes por semana, para uma boa saúde. Mas milhões de americanos não se engajam nesse tanto de exercício moderado, ou nem mesmo completam um que seja. Perguntados por quê, a maioria, de pesquisa a pesquisa, dizem: “Eu não tenho tempo.”

Intervalos, entretanto, requerem pouco tempo. Eles são, por definição, curtos. Mas se as pessoas podem tolerar intervalos, e se, por sua vez, intervalos providenciam os mesmos benefícios que longos exercícios, mais práticas moderadas de resistência são tópicos que ainda não foram investigados suficientemente.
Há muitos anos atrás, os cientistas de McMaster testaram um treinamento punitivo, conhecido como treinamento intervalado de alta intensidade, ou HIIT (high-intensity interval training), que envolvia 30 segundos de esforço máximo de 100% de uma pessoa na máxima freqüência cardíaca. Depois de seis semanas, essas sessões dilacerantes de HIIT produziram mudanças fisiológicas similares nos músculos da perna de homens jovens assim como sessões de uma hora por semana de ciclismo estacionário, mesmo que os treinos de HIIT envolvessem 90% a menos de tempo de exercício.

Reconhecendo, entretanto, que poucos de nós corajosamente conseguem ou praticarão tal esforço desgastante, os pesquisadores também desenvolveram uma forma suave mas também abreviada de HIIT. Esta rotina modificada envolvia um minuto de esforço extenuante, em torno de 90% da freqüência cardíaca máxima de uma pessoa (o que a maioria de nós consegue estimar, de forma rude, subtraindo nossa idade de 220), seguida por um minuto de recuperação fácil. O esforço e a recuperação são repetidos 10 vezes, em um total de 20 minutos.

Apesar de compromisso curto desse programa modificado, depois de várias semanas de prática, ambos voluntários, tanto os fora de forma quando os cardíacos, mostraram melhoras significativas na sua saúde e aptidão. Os resultados, recém publicados em uma pesquisa de revisão relacionada com a HIIT, foram especialmente notáveis nos pacientes cardíacos. Eles mostraram “melhoras significativas” no funcionamento das veias sanguíneas e coração, disse Maureen MacDonald, uma professora de cinesiologia da McMaster que está liderando o experimento.

Pode parecer contra-intuitivo que exercícios extenuantes sejam produtivos ou até mesmo prudentes para pacientes cardíacos. Mas até agora nenhum deles apresentou problemas cardíacos relacionados a esforço, disse Drª MacDonald. “Parece que o coração é protegido da intensidade” dos intervalos, ela disse, “porque o esforço é curto”.

Quase tão surpreendente, os pacientes cardíacos abraçaram a rotina. Apesar de suas avaliações de percepção de esforço, ou do senso de desconforto de cada intervalo individual, serem altos e provavelmente precisos, beirando um 7 ou mais em uma escala de 10, eles relatam estarem gostando das sessões, ao invés de exercícios moderados, longos e contínuos, disse a doutora.

“O trabalho duro é curto,” ela aponta, “então é tolerável”. Membros de um grupo separado de exercício de controle no centro de reabilitação inscritos para completar 30 minutos de sessões comuns de exercício intenso-moderado, têm assistido melancolicamente os praticantes de intervalos saírem do laboratório antes deles. “Eles querem trocar de grupos”, ela disse.

Os cientistas notaram outros benefícios em estudos anteriores. Em adultos de meia idade fora de forma mas também saudáveis, dua semanas de treinamento HIIT propiciou a criação de mais proteínas celulares envolvidas na produção de energia e oxigênio. O treinamento também melhorou a sensibilidade à insulina e a regulagem de açúcar no sangue dos voluntários, abaixando o risco de desenvolverem diabetes tipo 2, de acordo com um estudo publicado no último outono na revista Medicine & Science, dentro de Sports & Exercise.

Desde então, os cientistas completaram um breve experimento envolvendo pessoas com diabetes 2 em estágio avançado. Eles descobriram que uma simples sessão de HIIT de 1 minuto hard e 1 minuto easy, repetidos 10 vezes, melhorou a regulação de açúcar no sangue durante o dia inteiro, particularmente depois das refeições.

É claro, o treinamento HIIT não é ideal nem mesmo necessário a todos, disse Martin Gibala, um professor de cinesiologia na McMaster, que está supervisionando os estudos de alta intensidade. “Se você tiver tempo” para 30 minutos ou mais de exercícios regulares de resistência, “então, por todos os meios, continue”, ele disse. “Há um impressionante corpo científico mostrando” que tais esforços “são muito eficazes em melhorar a saúde e a boa forma.”

Mas se as restrições de tempo o mantém longe dos exercícios prolongados, ele continua, consulte seu doutor para mais orientação, e então considere rapidamente pedalar uma bicicleta ergométrica ou fazer uphill sprint (correr pra cima) por um minuto, almejando alcançar uma freqüência cardíaca em torno de 90 por cento do seu máximo. Pedale e corra calmamente morro abaixo (downhill) por um minuto e repita nove vezes, talvez duas vezes por semana. “É um exercício muito potente,” Dr. Gibala disse. “E então, muito rapidamente, acabou.”

sábado, 1 de outubro de 2011

Cientista desenvolve droga que deixa as pessoas mais compassivas

Impressionante! Cientista desenvolve droga que deixa as pessoas mais compassivas e generosas. Antes de lançar ao mercado, porém, falta uma quantidade maciça de testes a serem feitos em animais como ratos, coelhos, cachorros e macacos. Testes de superdosagem, efeitos colaterais, toxicidade, etc.


A notícia acima é fictícia, porém, seria uma espécie de ativismo interessante. Drogas que trabalhem a empatia. Mas aí entraríamos nas velhas questões sociais do Mundo Novo. De onde vem a compaixão?

No conto "Admirável Mundo Novo" de Aldous Huxley, as pessoas das sociedades modernas eram manipuladas fisica e psicologicamente desde a gestação, de uma forma extremamente invasiva, mas que, para a época, era considerada normal. Já estamos caminhando para isso, lentamente.

Caminhamos conscientemente?

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Entrevista: Como lidar com o cliente que não quer pagar pelo serviço

Por Millor

Considerando o sucesso da tirinha A dura realidade de quem presta serviços, imagino que muitos dos nossos leitores sofrem com os pedidos de pessoas que querem seu serviço, mas não estão dispostas a pagar por isso, como se o prestador do serviço não tivesse contas a pagar.

Se você também está nesse barco, tenho uma ótima notícia: surgiu um paladino para nos salvar! Dono de uma ironia e sagacidade de dar inveja, Di Vasca é um ilustrador que decidiu publicar e-mails trocados com pessoas que querem que ele trabalhe de graça.

Apesar da minha história favorita ser a do cara que queria pagar em divulgação, já li o blog inteiro e recomendo demais que você faça o mesmo: http://divasca.blogspot.com/

Confira abaixo a entrevista.


domingo, 28 de agosto de 2011

Rodeo Chess

Os peões do Rodeio, assim como o nome diz, são apenas peças de um triste e macabro tabuleiro, onde muita gente lucra e alguns continuam a reinar, impunes. Pessoas morrem, animais morrem e outros tantos idiotas aplaudem.


Hoje acaba a festa de Barretos. Ano que vem continua, assim como continuam diversas outras festas de rodeio pelo país. Quando isso vai parar?

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Pai, perdoa-os

Já perceberam que os pais raramente pedem desculpas a seus filhos?


Independente do tipo ou re(li)gião em que se encontra a família, pais quase sempre são incapazes de pedir desculpas. Cabe aos filhos entenderem?

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Aguf Ednarg

O que acontece se rodar a Grande Fuga de Beethoven ao contrário?

terça-feira, 19 de julho de 2011

Beethoven, "Grande Fuga", Op. 133, Quarteto de Cordas (1825)

Esse Beethoven manjava no Fruity Loops. Orra, se isso é estar na pior...*



* Por volta de 1796, aos 26 anos, adquiriu um problema auditivo que perdurou até o final de sua vida, em 1827. Aos 46 anos, 1816, já estava praticamente surdo. Ainda assim, continou produzindo - ao seu modo.

A peça acima foi (re)animada em 2010 pelo software Music Animation Machine MIDI Player. O quarteto é desconhecido.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Pedal RC2 Loop Station


Esse é o pedal RC-2 Loop Station. Ele consegue gravar bases de sons para solo ou elaboração de arranjos ao vivo ou em estúdio. Também possui entrada auxiliar para gravação de sons a partir de iPods, CD players e etc. É bastante útil para quem faz apresentações em solo ou duo. A propaganda gratuita é apenas para tentar desmistificar o uso do pedal, pois, quando toco com ele, algumas pessoas ainda se "assustam" ao escutar a base tocando sozinha como se fosse uma coisa advinda do demônio, mas é uma técnica bastante comum, utilizada por diversos guitarristas e instrumentistas. Aqui há algumas demonstrações. Exemplo 1 - 2 - 3 - 4.

Dois real

quinta-feira, 19 de maio de 2011

A morte do passarinho

A pessoa que tá filmando esta cena vai ser uma ótima repórter urubu quando crescer. Se quiser tem talento.



Hoje em dia virou mania filmarem uma criança chorando, como se fosse engraçado e um possível blockbuster do youtube. Nesse vídeo pode-se ver que a família também mantém pássaros em gaiolas - outra realidade imensamente triste no Brasil. Pássaros nasceram com asas por quê?

George Carlin - Bad News (legendado)

Crítica social ao "entretenimento" da tv e do por que a vinheta do Plantão da rede Globo mexe tanto com as pessoas. Sad but true.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Tudo é um acorde

Hoje li uma manchete na internet cuja chamada dizia que as pessoas se apaixonam pela música da mesma forma com que são atraídas para o "sexo, drogas, jogo ou comida saborosa". Há alguns anos atrás, fiz a experiência de "viver apenas de som". Todos os dias ao amanhecer, eu colocava o fone de ouvido e ouvia cinco minutos da minha música predileta. O resto do dia não comia mais nada. Tá bom, um suquinho de leve eu tomava. Resultado: até hoje nunca mais me alimentei - e tô vivo - ainda. Virei um acorde.

Brincadeiras à parte, gostei do artigo. Quem nunca pegou uma música e ficou repetindo-a, ouvindo-a, como se estivesse viciado na peça? Se levarmos em realização que os objetos vivos* estão em constante estado de vibração desde as suas moléculas mais pequenas até as maiores - e que cada estado de vibração possui uma frequência específica que interage com o resto todo produzindo os diversos tipos de harmonia - e se colocarmos um pouquinho de poesia nessa estória tremenda - então o universo inteiro é um grande acorde. Aliás, uma música, ou uma sinfonia.



*existe um objeto morto?

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A formiguinha

O vídeo abaixo mostra um garotinho lamentando a morte de uma formiguinha. Vejam que curioso:



Além da curiosidade, algumas coisas me chamaram bastante a atenção no vídeo. 1 - O gesto das mãos quando ele diz a primeira "formiguinha"... achei muito bonito - ao fazer um movimento amplo, deu-me a entender que não é só aquela formiguinha a quem está se referindo, mas a todas as formigas; Depois, ao invés de agredir o irmão, 0:13, ele o abraça - contrariando a reação normal "esperada" - sendo compassivo. 2 - Por que a maior parte das mães (e pais) de youtube sempre falam que nem idiotas com seus filhos? 3 - No 1:38 ele faz um trítono. Pode parecer uma aleatoriedade, mas quando escutei pela primeira vez logo marcou-me. É o penúltimo "formigui(lá) nha(ré#)". Fiquei cantando o intervalo também, imitando-o. O que é o trítono?

O trítono é um intervalo musical de quarta aumentada:

"Os gritos de guerra (Sluarg Gaurm-Slogan) refletem um arquétipo musical, proferido em um intervalo que corresponde a uma quarta aumentada (Dó, Fá sustenido), um intervalo que geraria medo no inimigo; os chineses denominam tal intervalo como Jwei-Pin, os hindus o empregavam em rituais noturnos, e os ocidentais reconhecem que tal intervalo tem um aspecto angustiante, inquietante e desagradável. Esse intervalo chegou a ser proibido pelos musicistas religiosos católicos, que o denominavam Diabolus In Musica, e foi empregado por Berlioz na "Sinfonia Fantástica" e por Wagner nos momentos mágicos de suas óperas com simbolismos maçônicos.

Esse intervalo de três tons, o Trítono, como entre fá e si, em efeito inverso ao da oitava, enquanto a oitava é estável, o trítono é instável, baseado na relação 32/45 pulsos melódicos (Wisnik, 1999, p. 82, 83) e tal corte separa, divide, desune, dissolve, o solve da alquimia, a função do diabolus. Por tal efeito psíquico o trítono é proibido no canto gregoriano como o símbolo da dissonância, do desacordo, da discordância e rebelião, sendo censurado, calado, evitado, omitido, esquecido a força, negado, reprimido, ausente – in absentia."
*

Pura coincidência - ou não.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Pó das estrelas

Daddy, how was I born?


Da mulher nós viemos, à mulher voltaremos.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Pateta no Trânsito

Clássico! E pensar que foi feito há mais de 50 anos...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Dis I like

Comentaristas de youtube são artistas...


Fonte: Bob Marley - Rat Race

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Phantom Flex Camera

Um amigo postou no facebook e achei muito legal.

"O cinegrafista Tom Guilmette fez um teste com a Flex Phantom: uma câmera que pode gravar até 2500 imagens (frames) por segundo em 1080p. Ações de objetos no cotidiano, misturadas com impressionantes efeitos de câmera lenta. Confira esses vídeos."


flex



sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Cento e onZe

Recebi por email e repasso com uma breve explicação.

"Impressionante. Uma amiga me mostrou algo realmente estranho ...
Este ano vamos experimentar quatro datas incomuns ....
1/1/11, 1/11/11, 11/1/11, 11/11/11. E tem mais !!!
Pegue os últimos 2 dígitos do ano em que nasceu
mais a idade que você vai ter este ano e a sua soma será igual a 111
para todos !
ALGUÉM EXPLICA O QUE É ISSO ????"



Y + X sempre será 111 ...

domingo, 30 de janeiro de 2011

Anúncios Google

Eles não têm culpa.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Poesia visual, por Tchello d'Barros

Estes são trabalhos de Tchello d'Barros, escritor, artista visual e viajante, como ele mesmo se denomina. É um desdobramento da poesia concreta. Curti.

Subversão, 2009

Arroba, 2007

Preconceito, 2007

A Sombra, 2007

Lábios, 2007

Competição, 2009

Democracia, 2009

Despadronizar, 2009

Fonte:
Tchello d'Barros - Poesia Visual